Desde quando era criança
Escrevia sem parar
Mas sempre a desconfiança
"Se o texto não agradar?" Queria ser escritora
E serei quando eu crescer
Umas querem ser doutora
Gosto mesmo é de escrever E a cada verso que traço
Dedico toda atenção
Anoto, faço e desfaço
Trago lápis sempre à mão E asseguro aos que me leem
Que me atrevo em aventuras
E almejo aqui de Belém
Voar e escalar alturas Igual a tantas que escrevem
Sinto-me livre e feliz
Por que meus escritos servem
Para o Douto e o aprendiz Posto que passo ao papel
Realidade ou invenção
Sabor acre ou de mel
Mas, sempre com emoção Sejam trovinhas ou contos
crônicas e experimentais
Aos erros peço desconto
Quero aprender sempre mais Exponho fatos da vida
Viajo em poesias de amor
Falo em pessoas queridas
De Deus, da morte, da dor... Tenho paixão por acrósticos
Adoro contar sonetos
Clássicos zelos frenéticos
Inda tento poemetos Outrossim busco e pretendo
Ter meu livro publicado
Ver meus alunos me lendo
Ah! Um sonho anunciado... Devo aguardar ou ter pressa?
Sei que a vida passa rápido
Se me fizessem surpresa
Faria aquele alarido... pois já fiz muito barulho
Escrevendo antologias
Das quais tanto me orgulho
Sem falsa demagogia Finalmente, me despeço
do Douto escritor Miguel
Que instigou-me! Eu confesso.
A repensar meu papel... Madalena de Jesus
O texto acima foi minha interação à Poesia dedicatória "A Escritora"
de Miguel Carqueija. Ao qual deixei o seguinte comentário:
(Amigo que maravilhosa homenagem! Demorei mas a encontrei e é mais um de seus trabalhos exponenciais, é realmente encantador! Obrigada por me incluir em sua poesia dedicatória, ao me ofertar este presente, porém, eu ainda estou engatinhando por estas vias, e sei que a caminhada além de depender de muito esforço trás em si como que um dom divino. Quero deixar uma interação ao teu trabalho vou ver se consigo ok? E também publicarei em minha página com a indicação de seu link. Tudo bem? Abraços.)