Fora o vento frio, gelado Sol tímido, não aquece Dentro meu peito é cálido Corpo que da vida esquece Tempo das horas letárgicas Tons e cores que esmaecem Descolorem como mágica Não me aquece mas me beija E amarela a minha página Cheia de poesia e prece Tomada de sonho e sina pelas agruras de inverno.
Mesmo na terra que é quente...
O frio do inverno que teima, a alcançar...
Jamais trará percalços...
A um coração Poeta...
Que faz d'um galho seco...
A mais bela das flores...
E a cantar os sons imemoriais...
Da Aldeia Tupynambá...
Que existia onde hoje vê-se o Forte do Presépio...
É um agrado sentir seu texto lindo...
Poetisa Madalena...
Abraços de feliz semana, Walter!
Que linda poesia interativa amigo!
Magistralidade é isso, Poeta.
Muito Obrigada!
Maria Madalena de Jesus Gomes
Enviado por Maria Madalena de Jesus Gomes em 06/08/2014
Alterado em 12/08/2014
O frio do inverno que teima, a alcançar...
Jamais trará percalços...
A um coração Poeta...
Que faz d'um galho seco...
A mais bela das flores...
E a cantar os sons imemoriais...
Da Aldeia Tupynambá...
Que existia onde hoje vê-se o Forte do Presépio...
Poetisa Madalena...
Abraços de feliz semana, Walter!
Magistralidade é isso, Poeta.
Muito Obrigada!